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sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Intimação


Acho bom degustar o morango logo tá....
Já ouviu aquele ditado?
Quem não dá assistência abre a concorrência...rsrs
Brincadeira com meu puto....

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Yes!! Nós temos Yakisoba

Bem... eu sou do tipo que não sabe fazer nada na cozinha (putinho), ou melhor, sei fritar linguiça, cozinhar ovos, fazer café e miojo. Então dizer que não sei fazer nada chega a ser um exagero. rsrs
Eu gosto muito de comida chinesa. Yakisoba é um dos pratos típicos da culinária chinesa que eu curto bastante... e pra quem gosta, mas nao sabe fazer, vai aí uma dica quente. Juro que com esse vídeo me veio aquela "coragenzinha" lá no fundo de ir pra cozinha e tentar fazer o prato. Mas, quando estava me preparando a vontade passou. Mas vou deixar a dica pra vocês ok?


sexta-feira, 5 de setembro de 2008

E agora? Dúvida?


Se um dia,
depois de muito sonhar
você conseguisse,
tudo que sonhou.
sempre quis e sempre
pensou que nunca teria.
assim, de uma hora para outra,
seus desejos se realizassem,
mas para ter tudo isso
fosse preciso abrir mão de um grande amor,
o que você faria.?
escolheria seus sonhos
ou seu amor???
(quero respostas)
Achei legal, tirei daqui: www.allannysl.blogspot.com

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Ménage-a-tróis português (Literalmente)




Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.

Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. 

O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
 
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.
 
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.

Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.
 
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
 
Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
 
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
 
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

Show!!!
***  Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE Universidade Federal de Pernambuco (Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Promoção da Sony

A promoção é simples... basta adivinhar:

- Quem está com sono?
- Quem está quase dormindo?
- Quem acordou agora?
- Quais são dos dois gêmeos?

Vale uma viagem ao Japão de 15 dias, passagem e hotel pagos, com direito a acompanhante, mais um milhão de dólares para gastar a vontade. Quanta maldade.... rsrsrs